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terça-feira, 15 de março de 2016

Despesas com Veterinário para IRS

Boas noticias finalmente para donos de animais :)
Íris, que saudades

Embora bastante diferente da proposta inicial feita pelo PAN, foi ontem aprovado em parlamento que quem tem despesas veterinárias poderá passar a deduzir 15% do IVA do valor gasto, em IRS.
Agora tal como com o cabeleireiro, restauração, alojamento e reparação de veículos passa-se a ter dedução automática desde que pedida fatura com numero de contribuinte.
A devolução de IVA está limitada a 250€ por agregado familiar.

Ver a noticia AQUI, AQUI e para complementar AQUI.
Espero que esta noticia vos tenha alegrado neste dia chuvoso :)

Beijinhos
Cláudia

sexta-feira, 11 de março de 2016

Madeira, fim de abate em canis

Boas tardes
Boa noticia :)

Saiu no dia 10 de Março 2016 um Decreto Legislativo da Região Autónoma da Madeira para o fim do abate de animais de companhia e animais errantes dessa mesma região, estando prevista a implementação de um programa de esterilização para controlar a população de animais errantes.
Se a lei é incompleta, um pouco, mas passo a passo estamos a andar uma um Portugal melhor em termos de tratamento dos nossos animais, sejam eles domésticos ou não.
Fica aqui o Decreto Legislativo Regional n.º 13/2016/M para quem quiser ler na integra.
Este decreto legislativo entrará em vigor, 30 dias após a publicação do mesmo.


Até breve
Cláudia

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sábado, 30 de janeiro de 2016

Lykoi - Nova raça de gatos?

A uns dias deparei-me no facebook com uma partilha um pouco "estranha" a meu ver, uma nova raça de gatos criada geneticamente.
Será isto aceitável moralmente? Será natural?
Já li que foi mutação natural, mas o que é certo é que a raça foi "descoberta" por um cientista criador de gatos.
Deixo-vos aqui excertos de um texto com as respetiva fonte para lerem um pouco mais.
Será ou não natural esta nova espécie de gato?

Lykoi com plantas

Beijinhos


"Denominada "Lykoi", nova raça aguarda reconhecimento de associação internacional para ganhar mercado; americano responsável pela novidade já recebe dez pedidos de compra do felino por dia"
"O telefone de Johnny Gobble não para de tocar. Isso porque o norte-americano, cientista e criador de gatos, é o responsável pelo desenvolvimento de uma nova raça de felinos domésticos: a Lykoi.
Misturando genes de raças distintas, Gobble criou um gatinho com aparência de lobisomem e comportamento dócil de cão.
O cientista, no entanto, faz questão de deixar claro que não houve intervenção humana na criação da raça. "Estou simplesmente usando a genética dos processos naturais", disse Gobble sobre sua experiência, que está recebendo críticas de defensores dos animais."
Fonte


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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

CÃO QUE LADRA

Boas
Sei que tenho andado sumida, mas estes últimos dias não tem sido fáceis.

Hoje irei fazer um pouco de publicidade ao negócio de uma colega minha de curso e que irá estar no Petfestival da Fil entre os dias 29 e 31 de Janeiro.

"Cão que ladra" é assim que se chama o negócio dela.













"Artigos para animais todos feitos á mão.  Todos eles são personalizáveis e por medida."


"Coleiras, trelas, camas, mantas de viagem, malas de transporte, comedouros e bebedouros de silicone dobrável de viagem ,capas para a chuva, blusões reversíveis".
 
Essa é a sua descrição no facebook. Têm de ver por vocês próprios, tem coisas muito giras.
 
Esses são alguns dos artigos que ela fez :), tem muito jeito ela.
Aproveitem pois no Petfestival ela irá ter novidades :D
 
Beijinhos
 


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Cão do Barrocal Algarvio - atualizado

Foi aprovado no dia 8 de Dezembro de 2015 em assembleia geral do Clube Português de Canicultura o escalão provisório do Cão do Barrocal Algarvio sendo assim a 11a Raça Portuguesa.
 


Cão do Barrocal Algarvio
“Ao longo de gerações, o Cão do Barrocal Algarvio foi identificado, por caçadores e não só, como "cão abandeirado", "fraldado", "Felpudo" ou "guedelhudo", devido à forma da sua cauda e pelo comprido e macio.
Excelente caçador, tanto na caça menor como nas montarias, o Cão do Barrocal Algarvio foi usado ao longo dos tempos pelos caçadores do Algarve, sem que alguém tivesse reparado na sua especificidade e personalidade e com potencial para futuro reconhecimento de mais uma raça portuguesa.

A partir dos anos 60 do século XX e com a massiva introdução e utilização de cães de parar, este cão típico do Algarve, esteve à beira da extinção; restaram alguns exemplares nas matilhas e em focos, posteriormente identificados, do Barrocal.”
 
 “O Cão do Barrocal Algarvio apresenta as seguintes características morfológicas:
- Cabeça – bem levantada, leve e fina, com stop ligeiramente pronunciado. O crânio é ligeiramente mais curto que o chanfro nasal;
- Olhos – semi-oblíquos em forma de amêndoa, devido à grande intensidade solar que se faz sentir na região que lhe dá origem. O castanho é a cor predominante;
- Orelhas – com implantação alta, eretas e pontiagudas em forma de pirâmide;
- Pescoço – seco e de médio comprimento;
- Linha dorsal – semi-arqueada;
- Tórax – de média profundidade, chegando aos codilhos ou ligeiramente mais abaixo, o que lhe permite grande resistência na caça;

- Membros – secos, fortes e aprumados;
- Ventre – ligeiramente arregaçado;
- Cauda – comprida, chegando abaixo dos corvilhões, de pelo liso e comprido que, em ato venatório ou alerta, forma uma bandeira, daí a designação de Cão Abandeirado.
- Pêlo – liso e médio, muito macio, sem sub-pêlo, razão pela qual é designado de Felpudo, Lanudo ou Fraldado.
- Cores – mais frequentes são os amarelos (claro, escuro e fulvo), preto, castanho (claro e escuro), branco unicolor ou malhado, conjugando qualquer das cores anteriores;
- Altura – Macho 45/55 cm; fêmea 40/50 cm;
- Peso – Macho 20/25 kg; fêmea 15/20 kg.

 
Origem
A origem do Cão do Barrocal Algarvio apontará provavelmente, a exemplo de outras raças conhecidas, para os tempos faraónicos nos quais se diz ter existido um galgo - o galgo egípcio - que foi difundido por toda a bacia mediterrânica, por fenícios e berberes.
Ao certo, sabe-se que conheceu grande prosperidade entre os habitantes do Algarve, a região mais a sul de Portugal continental, sobretudo a nível da sub-região do Barrocal, que apresenta características geofísicas sui generis.
A tradição oral, única fonte que nos diz algo sobre a origem desta raça, aponta para épocas de muitas gerações atrasadas. Algumas dessas fontes, que consideramos seguras, relatam-nos informações, transmitidas de geração em geração, cujo alcance temporal ultrapassa seguramente os duzentos anos.
Geograficamente, embora esta raça tenha proliferado em toda a região algarvia, serão de destacar as áreas do Barrocal pertencentes aos Concelhos de Loulé, São Brás de Alportel, Faro, Tavira, Lagoa, Silves e Albufeira (entre outros) e, muito particularmente, as Freguesias de Estói, S. Brás de Alportel, Santa Catarina da Fonte do Bispo, Santa Bárbara de Nexe e S. Bartolomeu de Messines.
Infelizmente, como aconteceu com outras raças portuguesas, também o Cão do Barrocal Algarvio esteve condenado ao desaparecimento. O principal problema terá sido a forma indiscriminada como, desde os anos 60, vários cruzamentos foram sendo feitos, diminuindo em muito o número de exemplares que, nos anos cinquenta, se calculava em cerca de três mil e quinhentos.
No entanto, apesar de todos estes problemas, o Cão do Barrocal Algarvio resistiu e afirmou a sua raça, felizmente ainda a tempo de alguém ter pensado em ajudá-lo.
 
Habitat
A origem do cão típico do barrocal algarvio perde-se na memória das gentes e terá resultado de cruzamentos bem sucedidos entre vários tipos de cães. Parece não restarem dúvidas que, ao longo de muitos anos, o homem do barrocal forjou um cão com temperamento próprio e perfeitamente adaptado e eficiente nos terrenos mais inóspitos, como é a sua região de origem.
Esta sub-região do Algarve, comprimida entre o Mar e a Serra, caracteriza-se pela existência de solos calcários, bastante pedregosos, sobretudo à medida que aumenta a altitude, onde apresenta bastantes afloramentos rochosos. O estrato arbóreo, designado Pomar de Sequeiro, é constituído por alfarrobeiras, figueiras, oliveiras, amendoeiras e zambujeiros. O mato, extremamente denso, é predominantemente composto por estevas, sargaços, rosmaninhos, loendros, tojos, silvas, urzes e giestas.
Estas são as condições naturais para a proliferação do coelho bravo.
Este foi o habitat onde ao longo de gerações de caçadores, de espingarda ou pau, se foi apurando o instinto caçador do Cão do Barrocal Algarvio, cujas características em termos de rapidez e objetividade lhe permitem transformar a espingarda num objeto de pouca utilidade. Em norma chega antes do tiro.
O Cão do Barrocal Algarvio é um cão de caça por excelência que não despreza os novos desafios. Atualmente algumas matilhas do Algarve utilizam-no com grande sucesso na caça maior. É rápido, agressivo e um trabalhador incansável.
Um cão com um passado sombrio e um futuro risonho.”