domingo, 31 de janeiro de 2016

Microchip

Boas
Hoje venho-vos falar sobre a colocação de microchip.
Expondo uma série de perguntas e respostas com as quais muitas vezes os donos se deparam.
Espero que ajude :)
Beijinhos
 
O microchip só poderá ser implantado por um veterinário, contém um código de identificação individual que remete para uma ficha de registo contendo dados sobre o animal e o seu proprietário.
O microchip tanto pode ser colocado em cães, gatos, coelhos, porquinhos da índia, cavalos, etc.
 
Perguntas e Respostas
 
P - Porque devo colocar o microchip no meu animal?
R - Todos os anos, milhares de animais desaparecem de suas casas. Ao mínimo descuido – uma porta ou janela entreaberta – o seu animal pode abandonar o lar à procura de novas aventuras (Ex: fêmeas em cio, machos na época de acasalamento, desorientação).
Por outro lado, o roubo é cada vez mais frequente e o destino final é muitas vezes a revenda.
Com a colocação do microchip torna-se mais fácil a identificação eletrónica do animal, o que tem feito com que os donos os encontrem mais facilmente.

P - O que é a Identificação eletrónica?
R - A identificação eletrónica é o único método capaz de fazer uma identificação correta. É aplicável à maioria das espécies como cães, gatos, aves, répteis e animais exóticos. Esta identificação é feita através da aplicação de um microchip.

 
P - Com que idade posso colocar o microchip no meu animal?
R - A aplicação pode ser feita a partir do10º dia de vida, mas é mais usual aquando da primeira vacinação.
 
P -  O  Vai doer ou magoar o meu animal? Não é melhor sedá-lo?
R - Não! Injetar microchip é um procedimento igual a aplicação de uma injeção comum. Anestesiar o animal não é necessário  e não é recomendado. 

Embora a agulha do aplicador de microchip tenha o diâmetro um pouco maior do que uma agulha de aplicador de vacina, os animais reagem da MESMA maneira, sendo o procedimento indolor. O microchip é completamente biocompatível e inofensivo à saúde do animal.
 
P - E se fizer alergia? E se sair do sitio?
R - O microchip é inerte, liso e biocompatível. Não há virtualmente nenhuma possibilidade de desenvolver processo alérgico ou de rejeição do microchip após corretamente injetado no animal.
Quando implantado corretamente e se utilizado microchip com produto de camada anti migratória, uma pequena camada de tecido conexivo se forma em torno do microchip, impedindo a migração do mesmo.
microchip e bago arroz

P - O que é e como funciona o microchip?
R - O microchip é uma pequena cápsula eletrónica do tamanho de um grão de arroz que possui um código de barras individual, único e permanente.
 É colocado na face lateral esquerda do pescoço e apenas pode ser lido por um leitor de micro-chip.
Os dados do proprietário e do animal ficam armazenados numa base de dados (SIRA e/ou SICAFE). Sempre que um animal portador de microchip é encontrado, através destas duas bases de dados consegue-se entrar em contacto com o proprietário do animal.

P - Como se aplica o microchip?
R - O micro-chip é introduzido sob a pele do animal através de uma injeção indolor, na face lateral esquerda do pescoço.
 Após a sua aplicação deve confirmar-se com o leitor se este se encontra na posição correta.

P - O micro-chip é obrigatório?
R - O micro-chip é obrigatório para todos os animais nascidos a partir de 1 de Julho de 2008;
Animais perigosos ou potencialmente perigosos (Portaria 421/2004 de 24 de Abril);
Animais usados na caça;
Animais para fins comerciais ou lucrativos;
Animais em estabelecimentos de venda, locais de criação, feiras, concursos, exposições, provas funcionais, publicidade ou similares;
Animais que vão viajar no espaço da U.E. e outros (consoante legislação local).

P - Quais as vantagens do micro-chip?
R - A identificação eletrónica de animais de companhia assume um papel extremamente importante no controlo de questões sanitárias, jurídicas e humanitárias:
-  Permite a recuperação mais rápida do animal em caso de perda;
- É um comprovativo de propriedade em caso de roubo;
- Facilita o trabalho dos criadores evitando confusões de ninhadas;
- Controla a utilização e comércio dos pequenos animais;
- Permite a contagem estatística do número, espécie e raças de animais em Portugal;
- Diminui com especial importância o grave problema que é o abandono dos animais.


P - O que devo fazer em caso de furto ou perda do meu animal?
R - Contate os Hospitais Veterinários ou as clínicas veterinárias da zona e forneça a descrição pormenorizada do animal e número do microchip.

 
Contacte as bases de dados existentes em Portugal:
SICAFE – 21 343 06 61
SIRA – 21 323 97 63
Para qualquer esclarecimento adicional contacte o seu Médico Veterinário.

 
P - Como se sabe se é realmente o meu animal? Como me contactam?
R - Hoje em dia a maioria dos veterinários já possui um leitor de microchips, caso o seu animal seja encontrado encosta o leitor a zona onde o chip foi colocado e no leitor aparecem os dados do animal e respetivo proprietário para se poder entrar em contacto.

P - Mudei de casa/Contacto de telefone, preciso atualizar os meus dados?
R - Sim! Fale com o seu médico veterinário e informe que tem dados novos para atualizar no microchip.
 
Fonte 1
Fonte 2

sábado, 30 de janeiro de 2016

Lykoi - Nova raça de gatos?

A uns dias deparei-me no facebook com uma partilha um pouco "estranha" a meu ver, uma nova raça de gatos criada geneticamente.
Será isto aceitável moralmente? Será natural?
Já li que foi mutação natural, mas o que é certo é que a raça foi "descoberta" por um cientista criador de gatos.
Deixo-vos aqui excertos de um texto com as respetiva fonte para lerem um pouco mais.
Será ou não natural esta nova espécie de gato?

Lykoi com plantas

Beijinhos


"Denominada "Lykoi", nova raça aguarda reconhecimento de associação internacional para ganhar mercado; americano responsável pela novidade já recebe dez pedidos de compra do felino por dia"
"O telefone de Johnny Gobble não para de tocar. Isso porque o norte-americano, cientista e criador de gatos, é o responsável pelo desenvolvimento de uma nova raça de felinos domésticos: a Lykoi.
Misturando genes de raças distintas, Gobble criou um gatinho com aparência de lobisomem e comportamento dócil de cão.
O cientista, no entanto, faz questão de deixar claro que não houve intervenção humana na criação da raça. "Estou simplesmente usando a genética dos processos naturais", disse Gobble sobre sua experiência, que está recebendo críticas de defensores dos animais."
Fonte


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